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Hino à amizade

Segunda-feira, 07.02.11

 

 

Gosto da risada

da partilha

de quem tem tempo

para sorrir  e semear

 o perdão…

Gosto de quem ama

e gosta dos amigos

morre de saudades e

dá espaço à abertura

de emoções…

Gosto de sentir

Que os sonhos são

a vida…

De quem vive e luta

na senda

do dia a dia…

Gosto de gente feliz

que com lágrimas

dá a alma

por mais uma lição.

Gosto do prazer de oferecer

com ternura

um embrulho de gratidão.

Gosto de gente sensível

sem preço

que vive na ilusão

que todos, um dia unidos

de mãos dadas

o mesmo sentirão.

 

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Entrega

Segunda-feira, 15.12.08

Estou serena nos meus ondulantes pensamentos

Que giram em torno do solitário e imaginável ser,

que eu sou …E porque…

Todas as palavras são estrelas e nem mesmo aquelas

Que não proferes brilham na minha dor.

Serás lobo a aferrar os dentes na intrínseca vontade

Desta suposta luta….é mais uma guerra deste dia, que foi ontem.

Tantos dias de sonhos inventados, mitigados pelo fluxo da imagem

Que agora não é mais minha, mas que me pertence para sempre.

E porque…

A promessa foi pintada em tons de negro está de luto, enviuvou…

Também prometo, que não morrerei de saudades, que as volatilizo

Ondas de vapor me envolverão o corpo e a alma também.

Como um dardo que se fez seta e atirou no centro

Deste secreto Universo pintado…pintado não,

porque são rascunhos que guardo ainda, peças soltas

de natureza a construir  a tela da imaginação.

E porque… entro na distância em busca da verdade

E perco o sentido perdido nesta maré imensa sem solução.

Gostava de gostar e que de mim gostasses assim

Nesta entrega equilibrada pelo desígnio do amor.

Autora: Airam Vieira

 

 

 

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LIberdade

Quarta-feira, 27.08.08

 

 

Hoje eu queria voar, com este círculo de aves em mim

Como só tu… de asas abertas na imensidão pardacenta do céu

Hoje o meu céu não é azul, mas eu sou céu colorido.

Vieste ver-me com o teu poder de caça

E deixaste-me o desejo de liberdade no teu voo silencioso.

 

 

Autora: Airam Vieira

 

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Pensamento a oscilar

Sábado, 29.03.08
  Photobucket

Este bosque que alimenta os meus sentidos

Está nu de árvores coloridas

São flores selvagens que esmago,

Dedos que se tornaram escarpas de mar

Numa vontade de galgar mais um pouco

Esta natureza austera de vida redundante.

Contrario a razão e dou voltas e mais voltas

Sem razão alguma.

Não será fácil como antes, já nada é fácil…

Escrever é um tornado de sensações

Que do meu pensamento deslizam

E me empurram para o obnubilado da mente.

A constatação é uma arma de dolorosa visão

Dói demasiado este momento trôpego

Faltas-me…

Encolho perante o teu mutismo

Sem escolha aparente de qualquer

Solução, por mais selvagem que a vida seja.

Silêncio a que te devotas e que pareces oferecer

Num desprezo que transtorna a alma.

Bosque perdido de luz, e mesmo assim

Aqui estou presente a declarar o amor,

O desejo, numa expressão viva de sonhos

A viajar dentro do afecto que te entrego.

Na verdade, e mesmo assim a descobrir,

tanta dor, amo-te muito meu amor.

Autora: Airam Vieira

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Ausência do teu sorriso

Quinta-feira, 06.03.08

Saberás tu o sentido que dás

Aos meus dias infindáveis

De coração ausente?

Ler em entrelinhas de prazer

Que colo na minha pele

Mapa de fronteiras inolvidáveis

De segmentos de ti…

És a minha natureza

Loucura de braços acesa

Na perdição de augurada

Magia com que me revisto

Em arco-íris de amor …

E fico tão prontamente dorida

Que me colo em fotografias

De paisagem adormecia

Para acordar nos teus braços

De eterna chuva colorida.

Neste pensar adormeço

Pousada no fascinante mistério

Com que brindas os meus dias

Em tradição antiga…

Delineio mais uma vez

O símbolo da Primavera

Na ausência do teu sorriso.

 

 

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Breve Suspirar

Quinta-feira, 28.02.08

Longe… no dia da tormenta que silencia

O meu dia de palavras ausentes

Vivo assim no prantear das noites

Nos becos arrumados do meu dia.

 

Brinco e choro com as mãos

Acesas de arco-íris que dão

Colorido a letras arrebatadas

Neste sentir que é meu chão.

 

Chão de verde raiado pelas notas

De tuas irisadas fantasias, tão minhas

Que embrulho em padrões iluminados

Em mais uma saga de nós…

 

Flores que se atropelam aos molhos

Em loucas fantasias de amar teus olhos

Que são doces, como o eternizar da morte

Em cristas de auroras boreais que são norte,

 

 momentos breves de Primavera solta

Onde nasce a certeza de um auspicioso dia…

Longe vai a tempestade que ausculta

O amor que em carícias nos presenteia.

 

Nas saudades que abraço em torno do silêncio.

com que afagas o meu dia... neste suspirar...

 

Autora: Airam Vieira

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Amor...

Quinta-feira, 14.02.08

Amor...

Nos teus olhos meu sorriso
Na manhã as flores
com que brindas, o dia
mesmo que o pensamento
corra por esse jardim
afastado, as estrelas
me ofereces em ramos
de inigualável querer,
só tu amor...
Suspenso está o laço
com que unidos
vencemos a união que 
tanto tenta separar
este nosso amor,

que livre vive

Para além de fronteiras

Linhas e demais horizontes,

Na visão periférica

De tantas contradições...

Mas só tu meu amor

Fazes os meus olhos sorrir.

 

Autora: Airam Vieira

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Ilusão ( Talvez)

Quarta-feira, 02.01.08

 

Marioneta pura ilusão

num fio presa 

tua presença fugidia

Movimento suave

à luz do contorno

na procura de nós...

Autora: Airam Vieira

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Saudade

Quarta-feira, 12.12.07

 

No chão do teu adormecido silêncio

no sangue de tua ausência

espero chegar...

ao teu amanhecer

que permanece em mim

como fruto ímpar de saudade...

Autora: Airam Vieira

 

 

 

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Sei lá amor...

Quinta-feira, 29.11.07

Saberás tu dançar ao som do canto

Dos pássaros nocturnos de silêncio

No luar que já não tem lua?

Saberás tu dizer o porquê de ter

Mil sabores de exótica comida

Nesta vida de textura, que não sei se é

Inferno ou céu?

Saberás tu viajar nas linhas do meu corpo

Limpar todos meus medos

Abrir com tuas mãos o cadeado

Da minha frágil realidade?


Saberás tu que o amor é um bater à porta,

E ao abrir é uma criança que sorri?

Eu sei meu amor, que tu sabes que sim...

Que os olhos falam deste centro

Da minha alucinante imaginação

Há coisas que tu não sabes, e eu sei,

Meu amor…

A entrega, boca, pele, coração

Há coisas meu amor que tu sabes,

Eu não…

Autora: Airam Vieira

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