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Outro tempo

Quarta-feira, 23.11.05
Viver esta vida enclausurada
Será sempre minha sina?
Não ter corpo,nem alma,nem vontade...
Não ser mulher,mas sim escrava.
Viver na escuridão,na sombra
de um sonho há muito perdido,
Sem sentido real,profundo.
Ter corpo é ter a vida,
E do amor o desejo
A vontade,essa ,é coisa rara
a mim mesma não se declara
Será a alma enaltecida e não vendida?
Pois a morte com tudo acaba.

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publicado por Maria às 16:44


11 comentários

De Anónimo a 30.11.2005 às 14:47

antes de mais queria agradecer-te por teres passado pelo meu blog, e comentares.
Foi a primeira vez que vim ao teu, estou a gostar.hhmarazul
(http://hhmarazul.blogs.sapo.pt)
(mailto:hmillagirll@sapo.pt)

De Anónimo a 30.11.2005 às 09:19

Oi, Maria. Enviei-te um poema para o teu e-mail mas acho que não o leste. Porque não escreves??? tenho saudades tuas.

BeijoEFB
(http://asescondidas.blogs.sapo.pt)
(mailto:codecoa@netsapo.pt)

De Anónimo a 29.11.2005 às 09:19

Um poema muito profundo, muito sentido e ... sofrido. O importante é nunca desistirmos de nós, cortar as amarras que nos prendem e nos magoam e prosseguir no caminho. Um beijo enorme :)Neith
(http://www.echoes.blogs.sapo.pt)
(mailto:neith@sapo.pt)

De Anónimo a 28.11.2005 às 15:38

Por vezes vivemos outra vida, vivemos em outro mundo...o mundo de alguêm que nos aprisionou, e nós por momentos ficamos contentes com isso...encontramos sentido numa prisão que nos faz sorrir. O problema está quando a prisão se mantêm mas o sorriso se desvanece..é preciso continuar...cambaleando no meio da neblina cinzenta..mas continuando. Beijinhos e coragem..tenho tado a passar plo mesmo!Unchained Wings
(http://nestemundoteu.blogs.sapo.pt/)
(mailto:ricgsilva27@hotmail.com)

De Anónimo a 25.11.2005 às 14:08

Obrigado por visitares o meu cantinho, neste momento tem tido a lareira acesa apenas alguns dias, nos quais vou partilhando algumas palavras e emoções, nos outros dias ocupo-me de tantas tarefas que não me deixam ter frio. Fica a metáfora e o desejo de um bom fds...José
(http://labirintodesilencios.blogs.sapo.pt/)
(mailto:jogofe@gmail.com)

De Anónimo a 25.11.2005 às 13:45

Belo poema, um abraço...Juda
(http://osaldanossapele.blogs.sapo.pt)
(mailto:juda-ben-hur@sapo.pt)

De Anónimo a 25.11.2005 às 12:17

Libertar. Morrer mas ressuscitar. A alma respirar um ar diferente. O corpo beber um desejo novo.
Está excelente :) bjsVincent
(http://www.alinhadesombra.blogs.sapo.pt)
(mailto:vincent-x@sapo.pt)

De Anónimo a 24.11.2005 às 18:16

...ou tudo começa? Às vezes penso que é só um princípio. Escreve mais, Maria


EFB
(http://asescondidas.blogs.sapo.pt)
(mailto:codecoa@sapo.pt)

De Anónimo a 23.11.2005 às 23:40

" A morte com tudo acaba" - é verdade, mas não encerra em si solução para nada. O que resta? Enfrentarmos as paredes da nossa prisão, libertarmo-nos e partir para uma outra dimensão: a dimensão plena do direito a viver e sobretudo...a viver feliz. Fica bem, Maria. (Lamneto muito o azar da tua cadelinha. É uma pena não serem visíveis os actos de quem pratica tais acções.)Mocho
(http://barrocodomocho.blogs.sapo.pt)
(mailto:mvilamoura@sapo.pt)

De Anónimo a 23.11.2005 às 23:34

É tudo uma grande confusão. O melhor é nem falar-mos sobre isso senão nunca mais saíamos daqui. Não penses na vida, apenas vive-a.A Espectadora
(http://espectadora.blogs.sapo.pt)
(mailto:amff@iol.pt)

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