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Paradoxo

Sábado, 16.01.10

Desenhaste um não na tua boca perfeita...um não, sem sentido algum.

e seria tão fácil ler o momento, tão simples...de redesenhar

sem lacunas inventadas no teu desdém.

Da verdade de um não oculto

Meu Deus… sem deus, por resposta nas lágrimas de mais um dia.

Lágrimas vivas que voltam para os olhos da alma.

Esse não…feito por actos de incíivel semelhança

Como tantos outros da minha vida.

E foram tanto, que lhes perdi a conta.

Mostrei-me despida de preconceitos falaciosos

Deixei para trás todas as barreiras, como tão bem sabes

A dor fez-me sentir novamente o peso desta angústia subjacente

Mas…desta vez, devolvo-te todo o meu paradigma

Este teu não simplificado, de tão poderosa analogia.

Abstracto pensamento no tempo espacial do sonho

Indeferido... ao entregar-sea um lastimável momento,

como paradoxo caído do céu.

 

 

 

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