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L'Amour e le Temps

Segunda-feira, 23.06.08

O tempo reciclou-se na hora da verdade

E, assim, hoje vivo infinito…

Vazia nas memórias do mundo

Dás-me mensagens de esperança adocicada

Por prazer incontido nesta essência

E morres no abafado silêncio.

Quem sou neste momento?

Espiral de alinhavos infindável

Criatura que me procuro

Sem me mostrar quem sou.

Tanto mais…

Tudo é expressão do tempo comum,

e sangro seiva pelos olhos do

descontentamento…

Acreditar na alma pura a sussurrar

suavemente, que sou amada.

Mas nem assim…

O tempo é arco de amor, não de esquecimento.

Nesta saudade, alinhada em tecnologia.

Mas que por instantes…

É pedra gasta em martírios de vida.

O tempo neste porvir amor.

 

 

Autora: Airam Vieira

 

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Leveza

Domingo, 08.06.08

 

 

O vento aninhou-se em ti

tela colorida, no refazer...

amor

e outra vez

voamos liquidos

no Universo...

As mãos entregaram-se

plenas de certeza

que a cor dança esta luz

que esvoaça...

plena

Feliz na essência da vida.

 

 

Autora: Airam Vieira

 

 

 

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