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...

Terça-feira, 28.11.06

Leio-te no palco

território desconhecido

esse teu,universo.

Levo-te comigo...

Gestos que na tua alma,acordo.

Palavras que circulam

no labirinto da tua boca.

Beijos que a minha pele,abraçam

Levo-te comigo...

Atravessas a minha noite,

como se o ar engolisse os dias,

e a memória não os construísse mais.

Quem és tu?

Príncipe protogonista

do filme da minha vida

a que assistes sem sentido,

de me segurar a dor.

Levo-te comigo...

Mesmo que estejas

noutra galáxia,

mesmo não tendo,o mesmo Deus.

Amor,de quem saboreio,o afago.

Levo-te comigo...

Esperando pela magia

que um dia me fará penetrar,

nesse teu misterioso território.

Levo-te comigo...

Em todos os passos,que dou.




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Entornadas

Quarta-feira, 22.11.06
Si no nos queda ya ni la palabra
Si la palabra sólo sirve al vento
- el que quiere no puede
      y ele que puede no quiere -

Si la inteligencia rima con conciencia
igual que aquiescencia con prudencia
Y si en la confusión no se arremete
procesando la información en clave
de este horror aquilatado de diseño
Es que el viento desentierra los huesos
y la lluvia los limpia lentamente

Poema de josé Angel Hernandez

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Introspecção

Quarta-feira, 15.11.06

Aninhado na pele de lobo mau,
foste ficando
Escondido em auto-defesa
como escorpião que pica,
a presa
deixando o veneno
percorrer todos os sentidos
E mesmo assim...
Picada com as visceras
retalhadas
o coração explodindo,
gelado,mas ardendo
energia,fico
numa lava de pensamentos
escorrendo por um turbilhão,
de sons feitos à tua medida
E mesmo assim...
Caminho no nevoeiro
linha ténue que,
preciso percorrer.
Morro para renascer
E mesmo assim...
Deixo o amor entrar
Numa sequência
de cadeias.

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Pensamento

Terça-feira, 07.11.06

Insolência inadvertida

neste estático pensamento

Quero horas e mais horas

precisas de tempo

que não existe

num choro,as lágrimas

Sem coerência vou rabiscando

num sentido só meu.

Nem os olhares dos deuses,

Adónis e Apolos

subjacentes por este corpo físico

me seduzem

definitivamente, não!

As saudades são contruidas

como pontes caidas,destruidas

por uma bomba qualquer

que assola a mente.

Vivo,esta sou eu e tu

Uma sombra que morre

no vaguear  da noite,sem noite

choro infinito, sem pretensões

a um retorno emergente

de um tempo que parou.

 

 

 

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